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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Ah...

Que falta você me faz,a tua ausência tornou-me um caos.
Olho ao meu redor pra ver se algo externo a mim consegue me devolver a harmonia
Mas nada encontro, só um vazio,o mesmo que dentro de mim se formou.
Contudo, vejo que toda essa lastimanão me trará o que quero, o que almejo.
Devo deixar esse meu lado esvair-se, assim como a fumaça que se desfaz, ao soltar um profundo trago do mais forte cigarro.
Perdoe-me essas palavras, que em nada exaltam alegria ou satisfação, pois é assim que me encontro, nesse estado completamente deplorável, onde a pena que outrora sentia por pessoas alheias, uniram-se e voltaram-se para mim.
A que ponto cheguei... pena de mim! Ora que lastima!
Continuarei escrevendo que é o que me resta e de uma forma ou de outra me liberta.

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Anestesia.

Preciso de um topor para entopercer essa dor que se instalou dentro de mim, tomando proporções cada vez maiores e deixando meu corpo mais fragilizado. Fumo maços e maços de cigarro, ouço músicas que agudizam mais a minha esse desconforto. Será que cheguei a gostar dessa dor?
Não sei ao certo o que pode fazer isso parar... dormir, talvez? Nem em meu mais profundo sono tenho tamanha tranqüilidade, dentro da minha cúpula craniana e indo mais a fundo, dentro dos meus pensamentos, existe algo que sempre me leva a ti e a essa dor infernal.
Sinto-me enfraquecida; não como, mal durmo... o silêncio da noite se tornou meu companheiro.
Tento ler um pouco pra ver se assim entro em uma realidade que não seja a minha, mas tudo é em vão. Lembranças que tenho dos momentos vivenciados por nós se instauraram e se alastram cada vez mais.
Tudo me lembra e me traz até você, não consigo controlar. Não consigo aceitar como essa situação se consolidou, tentei por tudo em seu lugar...
Em vão...

Inconformação.

"A realidade irrita. Irrita porque está ali na sua cara e muitas vezes você não quer ver ou vê coisas que não condizem com a sua concepção de realidade." Caio Fernando Abreu

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Decepção.

Faltando poucos dias para o casamento, festa acertada a casa comprada, ele muda de idéia e sem mais desiste da vida a dois.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Loading indifference in his eyes.

Quero livra-me dessa situação o quanto antes possível. Chega dessa indiferença que me ronda ocasionada por ti. Não quero viver juntamente contigo dentro dessa situação. Por que ages assim? Está explícito até nas entrelinhas da tradução do teu olhar. Quanta mágoa carrega agora o meu peito. Dor que não para de incomodar esse coração tão cheio de sentimentos. Quero verdade nas tuas palavras e nos teus olhares.

sábado, 26 de dezembro de 2009

Silêncio


Olho-me no espelho e nada vejo só um grande e imenso vazio... O espelho reflete apenas o cômodo no qual me encontro paredes, porta e janela.
Paro e reparo que uma lágrima começa a escorrer no canto do meu olho esquerdo, fazendo-me perceber que esse grande vazio sou eu.
Represento um nada, apenas um ser cheio de mágoas e angústias, vivendo em mundo que a encaram-na como um simples borrão em meio às cores e nobres pinceladas.
Os poucos sentimentos que aqui se encontram estão se degradando pouco a pouco, viraram pó e se dissipará por entre as ruas junto ao meu corpo.
Sou apenas mais um que habitou esse mundo e que tentou de todas as formas ter voz diante das pessoas, tentou mostrar que possui um coração e junto com ele uma série de sentimentos e que ao contrário do que os outros pensam e o que o espelho reflete, eu sei que eu não sou um nada.
Meu corpo, minha mente, minha alma, estão cansados de tentar lutar por uma causa que já se encontra perdida. Só tenho vontade de sumir, ir embora para um lugar longe onde não pudesse ser um fardo na vida deles. Porque é isso que me tornei nesses longos anos.
Gostaria que o meu corpo parasse de tentar ser forte e desistisse de batalhar. Fazendo-me sumir de uma vez por todas e junto com isso me fazendo feliz.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Descontentamento.

Cansei desse vai e vem uma hora tudo dá certo já em outras as coisas mudam completamente de figura. Quando eu penso que vou passar por uma fase de tranqüilidade minha vida se enche de turbulentas experiências, verdadeiramente lamentáveis.
Tento reparar, tapar cada buraco que se instala e fere o meu coração, mas não é uma tarefa assim tão fácil, pois, existem uns que ao cicatrizarem deixam marcas que tempo algum é capaz de curar.
A vida me apresentou dois caminhos, (preferia que só estivesse me apresentado um, poupar-me-ia de tanto sofrimento e lamentações). Indagações, queixas, perguntas sobrevoam meus pensamentos como urubus em volta da carniça. Não sei que decisão tomar, tenho medo do arrependimento e das conseqüências.
Sou uma pessoa indecisa e isso é frustrante, pois não consigo tomar decisões. Sempre me curvo diante disso e acabo deixando boas oportunidades passarem devido ao grande medo de tentar e de descobrir se estava certa a respeito da minha escolha.
Tento mudar, mas ainda não cheguei a conseguir, devido a isso, me encontro nesse mar de interrogações onde tudo é desconhecido e a tensão preenche o vazio que ali se encontra.
Anseio por respostas, soluções... Quero ter forças pra continuar nessa longa e intensa jornada, sem jamais esquecer que um dia eu posso ser uma pessoa realmente feliz!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Noite.

Deixarei me levar por essa tempestade sem fim, que enche minhas noites de tristeza. Afogando-me em lágrimas que salgam meu rosto. A noite gélida me faz acarinharme sobre o amor que te entreguei, mas, diante de certas circunstâncias foi devolvido ao seu real dono.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Queixa.

Tudo que sinto hoje se resume a um cansaço sem fim. Estou cansada de não ser ouvida, de bancar a boa menina enquanto pintam e bordam comigo, de tanto sofrimento, de nada dar certo.
Quero que tudo mais vá pro inferno.


"Tristeza não tem fim. Felicidade sim."

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Estratégias.

Desafiando a tristeza e a transformando em pó na escuridão.

foto: Catedral de köln.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A dor do amor.

Cansei de tentar me iludir fingindo que está tudo bem, fingindo que sou capaz de te esquecer. É tudo em vão. Cada dia te amo com maior intensidade e isso esta fugindo do meu controle, preciso de ajuda, já não sei mais o que fazer. Só de pensar em te esquecer me lembro mais e mais nas tuas palavras, no teu jeito e em como eu te amo. Eu te odeio por quase um segundo depois te amo cada vez mais. As coisas não andam assim tão fáceis. A dor de um amor não correspondido ainda persiste. Meu coração está comprimido, cheio de feridas que parecem nunca cicatrizar.
Fazer ele voltar mudaria completamente o quadro dessa situação, mas sei que isso é tão impossível quanto 2+2=5. Vagar por aí se tornou meu hobby, tudo pra tentar preencher o vazio que você deixou. Se ao menos eu pudesse me transformar no que te agrada.
A força de vontade que ainda resta em meu coração está tentando recolher os caquinhos que o meu coração espalhou pelo chão no dia do último adeus. A superação é algo que almejo, pra finalmente o dia nascer feliz e assim poder acreditar que o amor realmente existe e que não posso desistir dele.

Qual é a cor do amor?

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Desencanto.

No meu quarto deixei as lágrimas e o desencanto. Carreguei comigo a minha solidão. As cores mudaram de tom e as luzes cegaram minha vista. Passo um passo, mas eu não encontro o chão, pois ainda estou a sonhar com você a me beijar. Perdi os sentindos, não tenho mais direção todos os caminhos me levam à oração. Ah, desencanto! Ah, desencanto! - (Mombojó)